Marina W

Diário de papel Queria tanto me sentir tranqüila, nem que fosse por dez minutos. A manicure diz "você poderia relaxar suas mãos pra eu poder pintar?" . E de abril pra cá comecei a fumar um, dois, três cigarros por dia e agora que decidi não fumar mais nenhum mesmo, nunca mais (pensar que fiquei 11 meses e depois mais 3) caiu aquele luto, próprio de quem fica sem a nicotina. É de lascar. Escondo os ovinhos, desenhos de coelhinhos, almoço com L. Os cachorros morrendo chutados. Não adianta ninguém me dizer pra eu respirar assim ou assado porque eu não consigo, minha cabeça é uma metralhadora que funciona 24 horas por dia, sempre apontada pra mim. Posso ficar alegre, muito alegre, mas tranqüila nunca. (Cortei o cabelo.)



Comentários:

Marina, leia aqui:
http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2008/04/17/critica-a-critica-ao-livro-do-contardo-ilustrada-de-hoje/
Como sempre confuso, pero...
bjs Laura

eu já te contei q eu sou tão tensa, aflita, enfim tudo, q {as vezes me pego segurando a respiração? pois é. uma amiga é prof. de yoga. disse q não escapo dela...será q tenho salvação? rezemos.

não sei o que é tranqüilidade, mudei a palavra, esta é a certa. :*

"envolvimento passional com o livro" até eu. o livro é fraco, o texto do GT tb. :*

hoje pensei o mesmo.a cabeça sempre a mil...tive vontade de leva-la a um lavajato e depois para uma retifica .parecia um motor aquecido e queimando oleo...

Outro dia um homem que me conhecia há 5 minutos virou-se para mim e disse "vc é muito intensa". Sou mesmo, todos dizem, mas como ele sabia disso? "Intensa???", perguntei. E ele repetiu "Tensa". Ah, sim. Prefiro ser intensa, mas a pessoas reparam primeiro no tensa.(Os gatos vão bem.)

impressionante a sensação de espelho. espelho que treme, ondulante, apesar do corpo aparentemente firme e sem desassossego.(quero mudar o cabelo, mas sempre q corto fico ainda e sempre e mais intranquila)

e seu sono, é tranquilo? eu amo dormir!! bjs

Liga não... É só você e a torcida do Corinthians! bjs

Eu de uns tempos pra cá fiquei mto ansiosa- ah! já sei trabalho no consultório mto pouco- o trabalho em clínica me tranquiliza muitoooooooooooooooooooooo
é mto bommmmmmmmmmmmmmmmmmmm
enfim, qdo estou pra estourar tomo ocadil, ai fico pianinha, bjs Laura
Quem não é neurótico que levante o dedo.
Só quem não sabe o que é neurose pensa que não é hihihi

Acho que essa metralhadora mental é mais comum às mulheres. Também tenho uma e há alguns meses tenho mais motivos para que ela gire sem parar.
Também apelo, em último caso, para um olcadil, mas só se não der mesmo, porque é só um tapa buraco.
Sobre cabelo, o meu está horrível: quebrado, ressecado, enjoado e tal. Você sugere um bom cabeleireiro? Acho que você falava no Crystal, não é? Mas não é super-hiper caro?
P.S. Hoje fui no Anexo e lembrei de você.

Gabriela,em Ipanema, na rua Teixeira de Melo ao lado do zona sul tem um cabeleireiro, eu cortava lá com Luis, ele havia mudado para a gal ali em frente na pça Osório, aquela que tinha ou tem a telefonica. Não moro mais ai... :(
o Luis é ótimo e barato. Super discreto. Era meu amigo.

É um salão meio escondido, os cabeleireiros são parentes,casados, eu gostava, não rolava fofocas.
Ele me conhece por Elianne, a psicanalista, se vc for lá.
bjs Laura-Elianne

Marina, relação afetiva com livro é engraçado kakakaka
eu tenho rel afetiva com autores.
Amei o livro do Chico, leiam.
Eu amo o Chico, mas tb sei separar, gostei mais deste do que de Budapeste- mesmo achando Budapeste interessantíssimo- este é mais afetivo, comove.
Um velho preso às lembranças, tentando contar para reter vida, vi assim.
A-do-rei e viva o Chico
escritor!
Eu tenho rel. afetiva com vc, não com o blog hohoho
bjs Laura-Elianne

sempre que me perguntam como estou respondo que estou tranquila.deve ser para me convencer disso...uhauha

Obrigada, Elianne/Laura.
Vou viajar amanhã, mas na volta vou tratar desse tema "cabelístico".
Um beijo e obrigada mesmo pela gentileza.

Tensa eu??? Imagina!!! Como é ser calma?? Hoje dei entrevista para uma estudante de comunicação, o assunto era ração para animais. A moça estava tensa, a mão tremia para segurar o gravador. Disfarcei... olhei seu olhos para evitar olhar as suas mãos, tentei (e consegui) deixá-la relaxada antes que ela fizesse a primeira pergunta. Lembrei quando era jovem e minhas mãos tremiam. Hoje minhas mãos são firmes, mas eu não relaxo nunca!

A briga com os meus cabelos é eterna. É pessoal mesmo, não tem santo cabeleireiro que dê jeito em mim, não nos cabelos.



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